A escalada de Zezão para fazer do grafite uma forma de ganhar a vida começou no sentido inverso. Foi para baixo. Zezão negou a si mesmo que pintaria grandes muros em avenidas e viadutos, onde toda a população em movimento pudesse ver sua arte. Preferiu descer até as galerias de esgoto emporcalhadas de São Paulo, entrar nas ruínas de fábricas abandonas e pintar as paredes de becos onde os únicos freqüentadores eram usuários de drogas e moradores de rua.
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&msa=0&om=1&msid=104237856782117741126.00000112874d6e8cf608b&ll=-23.558323,-...
- cached
- mail it
- history
Tom-B e Pixotosco, membros da Catarse Crew de São Paulo, já utilizam há algum tempo as vantagens da web 2.0 para divulgar sua arte. Agora, estão se aproveitando do "Geotagging" para indicar aos apreciadores do estilo onde encontrá-las.
Uma das raras presenças femininas no grafite, Carina Arsenio, a Nina, tem 28 anos e começou a pintar aos 15, quando ainda pensava em fazer teatro de rua. Mas encontrou Otávio, um dos Gêmeos, que lhe deu duas latas.
the annual NYC festival for contemporary psychogeography where international artists, technologists, urban adventurers and the public put investigations of everyday city life into practice on the streets.